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Rondonistas trocam experiências vividas na Operação João de Barro

No dia 12 de setembro, às 12h30, professores e alunos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP realizam o encontro: Lições de vida e cidadania, para falar sobre a experiência de participar da Operação João de Barro, mais uma edição do Projeto Rondon que aconteceu em julho deste ano.

A equipe interprofissional composta por alunos de fisioterapia, terapia ocupacional, enfermagem, direito e pedagogia, coordenada pelas professoras Maria Paula Panúncio Pinto e Maria Cristiane Barbosa Galvão, da FMRP, viajou para a cidade de Francisco Ayres, no Piauí, onde desenvolveu oficinas de cultura, educação, saúde, direitos humanos e justiça com a população do município.

Maria Paula adianta um pouco do que será falado no encontro e traduz toda a experiência dos 15 dias de operação como “muito intensa”. A professora conta emocionada que não existe escola melhor para os estudantes do que conhecer, de fato, o Brasil e a  realidade das pessoas que vivem no semiárido, com recurso nenhum, “você tem orgulho de ser brasileiro nessa hora, de ver essas pessoas sobrevivendo sem nenhuma condição, com muita fé e coragem.”

Vida em maior dimensão. Outro grupo da USP de Ribeirão, que participou da mesma Operação João de Barro, foi a coordenada pelo professor Sérgio Emanuel Galembeck, do departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). O time, com alunos da psicologia, enfermagem, terapia ocupacional, direito, administração e odontologia, realizou ações na cidade de Várzea Grande, também no Piauí. Lá, trabalharam junto à comunidade temas como: prostituição infantil, bullying, permanência nas escolas, criatividade e geração de renda, além de rodas de leituras, oficinas de libras e de artesanato com barbante.

“Conhecemos novas realidades que mudam a visão do nosso dia-a-dia e nos fazem  enxergar a vida em uma dimensão muito maior, se preocupando menos com coisas pequenas”, acrescenta Galembeck. A vivência foi descrita pelo professor como transformadora, de aprendizado e amadurecimento. “Os alunos perceberam na prática que sabiam mais do que podiam imaginar”, acrescentou.

O bate-papo da equipe coordenada pela FMRP será na sala 1 A do bloco D da Medicina,  Av. Bandeirantes, 3900, Campus Ribeirão.

Referência: Portal de Informações da USP Ribeirão Preto – Por: Maju Petroni